Mostrando postagens com marcador Avião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Avião. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Interferência eletromagnética em telas de cristal líquido utilizadas em cabines de pilotagem de aviões

A FAA-Federal Aviation Administration (Administração Federal da Aviação) dos Estados Unidos ordenou que sejam substituídas as telas de cristal líquido de mais de 1300 aeronave da Boeing depois da descoberta de que dispositivos wi-fi ou telefones celulares certificados para o uso na cabine de pilotagem podem causar interferência eletromagnética nas telas. A interferência pode causar cintilação ou desaparecimento da imagem das telas.
A FAA recomendou que as telas sejam substituídas até 2019 o que indica que o problema não é uma emergência que representa alto risco de acidentes.
A Honeywell,  fabricante das telas e empresas aéreas como a Delta, Southwest Airline,Virgin Australia, Air France e Ryanair se opuseram à ordem da FAA devido ao alto custo para a implantação de novas telas e também ao baixo risco envolvido.
O documento da FAA publicado em 01/20/2014 pode ser visto clicando aqui.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O uso de telefones celulares durante o voo é liberado para empresas aéreas europeias


A EASA (Agência Europeia de Segurança da Aviação) deu luz verde para que as companhias aéreas europeias permitam o uso de telefones celulares, tablets e outros dispositivos wi-fi ou bluetooth durante o voo (sobre o território da União Europeia ou no espaço aéreo internacional).
A restrição do uso de dispositivos emissores de campos eletromagnéticos era explicada pela possibilidade de que tais equipamentos pudessem interferir no funcionamento das aeronaves, conforme casos relatados na década de 1980/90. Nos anos 2000 os casos praticamente deixaram de existir na medida em que as novas aeronaves foram projetadas e testadas levando-se em consideração a possibilidade de interferências.
Caberá à tripulação identificar dispositivos que possam representar algum tipo de ameaça à segurança do voo e eventuais interferências.
A autorização dada pela EASA não implica necessariamente na permissão compulsória para o uso dos aparelhos, pois cada empresa pode utilizar a regra de sua escolha, permitindo ou não o uso em voo.